Má oclusão dental

O sorriso é uma das principais características do rosto e, também, é considerado como um cartão de visita para muitas pessoas. Muito além da estética, no texto de hoje vou falar sobre a má oclusão dentária, que afeta crianças, jovens e adultos, comprometendo a funcionalidade da mastigação e causa, em alguns casos, desconforto e dor orofacial.

 

Entenda o que é oclusão dental:

A oclusão dentária é o encaixe correto dos dentes ao fechar a boca. Para isso, os dentes de cima devem cobrir ligeiramente os dentes de baixo, alinhando-os e permitindo uma mastigação normal e eficaz, que produz cerca de 65 quilos de força nos molares e quase 110 quilos ao cerrar os dentes quando se dorme. Quando há um desequilíbrio na distribuição desta força, ocorre desgaste anormal dos dentes e possíveis fraturas. Também, há a dissimetria facial, com deformidades que causam danos para as gengivas, músculos, articulações temporomandibulares (ATM) e ligamentos faciais.

 

Principais causas:

A má oclusão dental acontece com o tempo e não é perceptível ao paciente. Tem início ainda na infância, quando a criança desenvolve o costume de chupar chupeta, dedo e mamadeira. Existem também os casos de malformação de nascença, porém, também pode estar relacionado a casos ambientais como problemas respiratórios (rinite, adenoide, sinusite), perda de dentes, traumas e tumores e alimentação incorreta (liquida e ou pastosa por longos períodos que não estimulam a movimentação muscular da face e a mastigação).

 

Sintomas:

Como dito antes, a má oclusão dental apresenta algumas características (a longo prazo) e podem variar entre desgastes dos dentes, desconforto e ou dificuldade em mastigar e morder, cáries frequentes, perda de dentes, dores de cabeça, zumbido e incomodo orofacial, problemas temporomandibulares (ATM) e exposição acentuada de partes dos dentes causando sensibilidade e ou dor ao ingerir alimentos frios e ou doces.

 

Tipos de oclusão dental:

A oclusão dental pode ser classificada em três níveis:

Classe I – quando o arco dentário se encontra com o encaixe correto entre as duas partes (superior e inferior);

Classe II – está associado ao tamanho do arco dentário superior ser maior que o inferior e o paciente parece não ter queixo;

Classe III – neste caso o queixo fica sobressaltado devido o arco dentário inferior ser maior que o superior, também conhecida popularmente como boca de gaveta.

 

Tratamentos:

Infelizmente a má oclusão não se autocorrige, por tal, é necessário a avaliação do buco maxilo facial para identificar os diferentes graus e necessidade de tratamentos corretivos que vão desde o uso de aparelhos ortodônticos a cirurgias ortognáticas. Para isso, o especialista solicita exames que variam entre ressonância, raio x e até clínicos para programar a melhor correção.

 

Considerações finais:

Minhas recomendações começam ainda na amamentação, no qual as mães devem oferecer com frequência e observarem o encaixe da mesma para que a criança seja estimulada corretamente a movimentar as articulações da face por meio da sucção do leite materno. Após, na infância evitar o uso de chupetas, mamadeiras e não permitir o hábito de chupar o dedo. Na fase adulta é importante a avaliação do especialista para os sintomas já ditos acima, além das questões estéticas, pois quando diagnosticado precocemente, o tratamento pode ser mais rápido e assertivo, sem a necessidade de cirurgia, por exemplo.

 

Sobre Marcelo Fardin: é Mestre em Cirurgia de Cabeça e Pescoço; Cirurgião e Traumatologista Buco Maxilo Facial; e Estomatologista. Opera nos mais renomados hospitais de São Paulo e do Brasil. Atende no seu consultório particular em dois endereços: Rua Voluntários da Pátria, 2128, sala 11, Santana – SP – 11-2283-3865 / 11-2959-3554 / e Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 229 – Conj. 508, Itaim – SP – 11-3459-4135 / 11-3459-4136.

 

Texto:  Prof. Dr. Marcelo Fardin – CRO: 49423

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