Cirurgia ortognática

13/04/2019

 

A Cirurgia Ortognática é o nome genérico de um procedimento cirúrgico odontológico que visa restabelecer um padrão facial normal em pacientes adultos que apresentam um desenvolvimento ósseo facial fora do ideal.

Quando não for possível resolver o caso somente com o aparelho ortodôntico, uma vez que o problema está no tamanho dos ossos do esqueleto e não somente na posição dos dentes, faz-se necessário uma correção óssea.

Várias técnicas cirúrgicas têm sido desenvolvidas para permitir ao cirurgião o reposicionamento do maxilar superior ou inferior, ou ambas. Os objetivos da cirurgia são para equilibrar o esqueleto e a mordida, melhorando assim a
função, a fala, respiração, mastigação e estética do paciente.

 

Conheça um pouco mais sobre as técnicas: 

  • LeFort I maxilar osteotomia: mover a mandíbula superior em qualquer posição.
  • Osteotomia sagital mandibular: Usado para mover a mandíbula para frente ou para trás
  • Vertical ramo mandibular osteotomia: Usado para mover a mandíbula para trás.
  • Anterior Mandibular osteotomia horizontal: utilizada para ajustar o queixo para ficar em alinhamento com o perfil.

Como identificar os sintomas:

1. Insuficiência mastigatória (a incapacidade de mastigar os alimentos adequadamente).

2. Dor Miofascial Disfunção (MPD ou espasmo doloroso dos músculos da função mandibular com disfunção associada da mandíbula).

3. Doença da articulação temporomandibular.

4. Comprometimento da fala ou Patologia.

5. Doença Periodontal como consequência acelerado do trauma oclusal.

6. Doença dental Estrutural (Fratura dental, atrito e/ ou perda dentária precoce) como uma consequência acelerado do Trauma oclusal.

 

Você se encaixa em uma dessas categorias?

Para saber se o esqueleto não está na posição correta, o cirurgião Bucomaxilofacial examina várias áreas de dados para desenvolver um plano e analisar o problema em mãos.

Este exame inclui radiografias especiais que permitem medir o tamanho dos ossos, fotografias clínicas para sobrepor sobre os raios-x,  modelos dos dentes e as medições reais da face e dentes. Com esses dados, é possível análise de “arquitetura” das discrepâncias esqueléticas.

Em seguida, o cirurgião Bucomaxilofacial desenvolve um plano cirúrgico criado especialmente para cada paciente e  para determinar quais áreas da mandíbula deverá ser reposicionada para corrigir o problema.