Ameloblastoma – você sabe o que é?

A Ameloblastoma é caracterizada como um tumor benigno que se manifesta na região da mandíbula (80% dos casos), sendo menos frequente no osso maxilar. Tem como perfil proeminente pessoas com idade superior a 30 anos, de ambos gêneros, e representa cerca de 10% dos tumores odontogênicos. Para entender melhor, sobre este tema, exemplificarei da melhor maneira possível abaixo:

 

O QUE É AMELOBLASTOMA:

Como dito antes, estamos falando de um tipo de tumor, raramente de cunho maligno, que possui variadas causas, assim como seu desenvolvimento. Presente, na maioria dos diagnósticos, entre pessoas com mais de trinta anos de idade, possui a particularidade de crescimento lento e continuo localmente agressivo. Infelizmente, tem recidiva no seu crescimento, ou seja, é comum o reaparecimento do problema, mesmo quando tratado.

 

CLASSIFICAÇÃO:

O ameloblastoma pode ser classificado em: unicístico, multicístico e periférico. O que diferencia e ou identifica sua classificação dá-se por conta das características clínicas e exames radiográficos ou ressonância.

 

PERFIS:

– O ameloblastoma unicístico é mais comum em pessoas com idades entre 16 aos 20 anos, com localização na mandíbula associada a cora de um dente e sem reaparecimento frequente, com tratamento por curetagem.

 

– O ameloblastoma multicístico ou sólido convencional, pode ocorrer em diferentes faixas etárias, mas, como mencionado anteriormente, se faz presente em pessoas com idades superior a 30 anos. Possui como uma das principais característica o alargamento das corticais ósseas e, também, da reabsorção radicular.

 

– O ameloblastoma periférico ou extraósseo, tipo mais incomum, representa cerca de 1% dos casos e tem como origem restos epiteliais odontogênicos embaixo da mucosa oral.

 

DIAGNÓSTICO:

O diagnóstico pode ser feito por meio de exames de rotina no dentista como, por exemplo, ressonância magnética e ou raio x.

 

TRATAMENTO:

Por se tratar de um tumor com alto índice de reaparecimento, torna-se desafiador o tratamento, no entanto, não impossível de oferecer qualidade de vida e estabilidade aos pacientes. Somente após a avaliação do médico que se pode indicar o tratamento ideal para o paciente, levando em conta o tamanho da lesão tumoral, localização anatômica, invasão de estruturas anatômicas vizinhas e ou próximas, tipo histológico e condições físicas do paciente.

 

SINTOMAS E POSSÍVEIS SINAIS:

Entre os principais sintomas e ou sinais proeminentes, há o crescimento do tecido intra-oral com expansão óssea sintomática ou assintomática, assim como presença de dor e ulceração intra-oral, perda de dentes e dissimetria facial.

 

Na maxila, pode acarretar dor peri-auricular, empiema do seio maxilar e obstrução nasal. No periférico, pode apresentar crescimento tecidual na mucosa da gengiva, como um nódulo firme, pediculado com tamanho variado entre 0,5 a 2cm, superfície lisa e sem alteração na coloração, assim como não implica no osso diretamente.

 

RECOMENDAÇÕES FINAIS:

Se você perceber quaisquer alterações na coloração da mucosa, formação de ulceras e ou crescimento de potenciais tumores na região maxilar, dentição e ou região crânio facial, procure o especialista Buco Maxilo Facial para uma avaliação correta e assertiva. Quanto mais precoce for o diagnóstico e o tratamento, melhores serão as condições de potencial cura e ou controle da doença. Nunca se automedique e ou tire conclusões sem o aval de um médico capacitado.

 

Sobre Marcelo Fardin: é Mestre em Cirurgia de Cabeça e Pescoço; Cirurgião e Traumatologista Buco Maxilo Facial; e Estomatologista. Opera nos mais renomados hospitais de São Paulo e do Brasil. Atende no seu consultório particular em dois endereços: Rua Voluntários da Pátria, 2128, sala 11, Santana – SP – 11-2283-3865 / 11-2959-3554 / e Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 229 – Conj. 508, Itaim – SP – 11-3459-4135 / 11-3459-4136.

 

Texto:  Prof. Dr. Marcelo Fardin – CRO: 49423

Mestre em Cirurgia de Cabeça e Pescoço; Cirurgião e Traumatologista Buco Maxilo Facial; e Estomatologista.

Contribuição Textual: Jornalista Carina Gonçalves – MTB 48326

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